Hoje decidi que o ônibus merece uma folga de mim. Carreguei o marido, assumi o negócio e batemos o martelo. Sempre foi assim na minha vida. Não tinha porque ser diferente agora. Vocês não tem idéia, mas 01 hora a mais no meu dia, sentada, faz uma diferença giga-super-ultra-mega-prime. E obrigada família, por ainda tentar facilitar tudo. Gracias, do fundo do meu coração.
Nem sempre podemos direcionar as nossas energias para o seu devido lugar. Nessas horas, uma corrida, um bom chocolate ou um livro interessante mudam o percurso daquele xingamento que já estava fazendo cócegas na nossa boca. Mas também, se a vontade for muito grande e o objeto merecedor, vá em frente, pra não correr o risco de engolir sapos que nem no seu brejo merecem estar!
sábado, 15 de outubro de 2011
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
O DIA DE HOJE
São 23:05h e nós acabamos de chegar da academia, depois de um dia cheio de reuniões. Se alguém me falasse isso há 01 ano atrás, eu não acreditaria... C'est la vie...
domingo, 9 de outubro de 2011
sábado, 8 de outubro de 2011
FOI NO DIA SETE DE OUTUBRO...
Ontem fez 01 ano que me tornei a sra Pascoalino, com muito prazer.
Tempo de muitas mudanças, de muito aprendizado, de crescimento.
Ano de uma cumplicidade gostosa, de apoio carinhoso, de novas responsabilidades.
Um ano todo compartilhado com ele.
Companhia fácil, que tudo melhora, que tudo acalma, que nunca abandona.
Amo cada dia um muito mais.
Um brinde à nós!
Um brinde à nós!
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
UM ANO DE SENHORA PASCOALINA, SIM SENHOR!
Olha só o que ganhamos de presente.
http://cintiarosso.blogspot.com/2011/10/hoje-e-o-dia-deles.html
http://cintiarosso.blogspot.com/2011/10/hoje-e-o-dia-deles.html
Lembrança carinhosa e muitíssimo especial! Se estão estranhando a falta de um textinho meu no blog, nesse dia, é porque ainda tô no tronco! No maior estilo CLT lerê-lerê!! Mas ainda vem!!! Enquanto isso, olhem que delícia de carinho que minha irmã postou.
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
REPERTÓRIO MUSICAL
O meu Zé Zenzo, há alguns meses atrás, me apresentou uma música que viria a ser um dos hits do momento. Não só baixei a música, mas o CD. Ontem estava voltando do trabalho pensando no marido, ao som das faixas baixadas. Deu nisso...
"Por você eu bebo o mar, de canudinho.
Atravesso o Pólo Norte de shortinho.
Ando descalsa em um vulcão, em erupção.
Faço um assalto e roubo o seu coração"
(Garota Safada)
PELO DIREITO DE DRAMATIZAR
Sim, às vezes temos direito aos nossos dramas particulares. Porque a gente se sente perdido, ou porque encontramos o que não queremos. Porque nos sentimos só ou porque estamos cansados das multidões. Ou, até, porque o enredo não é bem do nosso gênero favorito e ainda nos escalaram para protagonista.
A gente pode sofrer, mesmo que ninguém entenda o nosso sofrimento. A gente pode sofrer por um dia e no outro estar feliz. Não. Não somos bipolares ou volúveis, por isso. Apenas expressamos o nosso sentimento atual tal qual ele se apresenta. Talvez, apenas tenhamos um pouco menos de filtro ou de disposição para esperar passar, quietinha. Talvez gostemos do nosso drama, porque ele quase sempre vira comédia numa conversa posterior. E ninguém tem nada com isso. Cada um é como é, e só quem sabe o que passa dentro é quem mora lá. O resto é suposição, achismo ou pseudo-psicologia.
A gente tem, sim, direito a um dramalhão pessoal e intransferível. Que seja, inclusive, do tipo mexicano, novela do SBT. Faz parte da vida, da intensidade, dos que possuem lacunas para preencher. Nem todos os quadrinhos estarão completos. Isso, também, faz parte da vida. E se a gente achar que precisa vivenciar todas as dorezinhas, ok! O que a gente não pode é fazer do outro um muro de lamentações. O que não podemos é escolher as pessoas erradas para abrir a janela do nosso mundinho intenso. Normalmente, os mais indicados para compartilhar das nossas novelas, são aqueles portadores do mesmo chip. Os que tem o mesmo humor e a capacidade de fazer piada das "mini-tragédias" diárias. Porque aí, tudo fica mais leve. Porque esses sabem que nem tudo que é dito deve ser escrito. Que algumas reações são catárticas. E só. Sem nenhuma grande implicação futura, mas de grande valia no presente.
domingo, 2 de outubro de 2011
FIM DO DIA
Eu estava no carro, voltando para casa, pensando na vida.
Meio macambúzia, meio sorumbática.
Cheia de pensamentos melancólicos.
(...)
Ultimamente isso tem me acontecido com certa frequência.
De repente leio uma propaganda numa parada de ônibus, dizendo que tudo vai ficar melhor.
Talvez eu acredite.
sábado, 1 de outubro de 2011
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