Nem sempre podemos direcionar as nossas energias para o seu devido lugar. Nessas horas, uma corrida, um bom chocolate ou um livro interessante mudam o percurso daquele xingamento que já estava fazendo cócegas na nossa boca. Mas também, se a vontade for muito grande e o objeto merecedor, vá em frente, pra não correr o risco de engolir sapos que nem no seu brejo merecem estar!
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
DIFERENÇAS
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
GENÉTICA "LÍMBICA"
Tudo abstrato, impedindo a felicidade momentânea e lembrando das felicidades permanentes...
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
E A VIDA SE EXPLICA...
terça-feira, 13 de setembro de 2011
PARA MERECER, SAIBA AGRADECER
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
ACEITE
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
MARATONA INTELECTUAL
segunda-feira, 16 de maio de 2011
O QUE VOCÊ QUER?
Por isso, pense no que te faz feliz. Pense no que você quer quando você se despe das amarras sociais e consegue enxergar o que de mais seu existe em você. Comece a ser feliz sem esperar os grandes acontecimentos. Busque, vivendo. Não abra mão do seu presente em função de um futuro enlatado. Não vale à pena. Não alimenta, nem satisfaz. Corra no seu ritmo, sem se importar se outros estão lá na frente. Nem todo mundo quer competir toda hora. Quando você quiser só participar, sem a intenção de ganhar ou se exaurir para mostrar empenho, apenas curta o percurso. Quem sabe no final, a prova não acaba sendo muito mais proveitosa para você...
domingo, 1 de maio de 2011
SAUDADES
Saudade é sentimento forte. É um querer sem poder momentâneo. É o desejo de estar perto, de compartilhar momentos e de presenciar conquistas e descobertas de quem a gente ama. É um precisar emocional de quem nos direciona um afeto genuíno, de quem aprecia a nossa presença em proporção semelhante. Saudade é o vazio deixado por uma ausência concreta e objetiva. Ou por várias ausências. É sentir o outro sem poder tocá-lo. É torcer de longe, participar a quilômetros de distância e temer o esquecimento, mesmo que isso seja racionalmente improvável.terça-feira, 12 de abril de 2011
PORQUE É MAIS INTELIGENTE
Não precisamos ter medo de ser feliz. Boicotar a felicidade, inventar fantasmas, duvidar da boa sorte pode ser um excelente modo de impedir o riso e evitar a paz. Sim, porque a vida pode ser boa. Apesar dos pesares. Com todos os dissabores e - sobretudo - com tudo o que de mais saboroso nos é oferecido ou conquistado. Porque a gente não precisa ficar com o pé atrás ou com os olhos bem abertos. Não quando a vida sorri. Não quando os motivos não convencem e, principalmente, quando eles são criações, obras de um sabotador interno que a gente tampouco sabe porque existe em nós, mas que alimentamos. terça-feira, 15 de março de 2011
PERDER PARA GANHAR
A maior parte das perdas são ruins, isso é fato! Mesmo que algumas delas tenham algum propósito ou sigam a máxima de que os fins justificam os meios. Sim, perder é péssimo, no momento em que se perde! Pelo menos nesse momento, ou até que a gente perceba - lá na frente - que perder algo era o que de mais vantajoso poderia nos acontecer naquela ocasião. Porque, às vezes, a vida se encarrega de endireitar o nosso caminho, quando a gente não consegue ler nas entrelinhas, entender aquela mensagem subliminar ou aceitar o óbvio.sexta-feira, 11 de março de 2011
SER FELIZ
Ser feliz é quase uma questão de escolha. Sei bem que essa frase soa um pouco clichê. Para mim também. Nunca havia parado para pensar sobre ela e acabei, muitas vezes, menosprezando a verdade escondida atrás de palavras tão batidas.quarta-feira, 9 de março de 2011
NÓS DOIS
sábado, 26 de fevereiro de 2011
MUDAR PARA EVOLUIR


quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
QUE EU...
Que a vida seja boa... Aquela paz que eu mesma pareço expulsar de casa, sabe Deus porquê. Que eu saiba tê-la como moradora ofical, e não como uma visitante passageira. Não me incomodo com os momentos de incerteza ou com as angústias próprias de determinados momentos. Mas que a minha paz interna esteja ali, mesmo que adormecida. Que eu dê um sossego bem extenso a minha cabeça e a deixe descansar tranquila, livre das elocubrações sem fim, de uma mente inquieta. Uma mente que conversa sozinha e que não respeita sábados, domingos nem feriados. Uma mente que precisa de paz, mas que - contraditoriamente - parece achá-la um luxo para esse corpinho que lhe abriga.
Que eu administre os conflitos imaginários, com a mesma eficácia que administro os conflitos concretos. Que eu aprenda a viver. Que eu aprenda a descansar. Que eu aprenda a não me perturbar com tanta frequência.
Que eu seja boa como a minha vida...
De volta!!
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
QUE SEJAMOS FELIZES
Que tenhamos sempre bons pensamentos. Que as tardes de sol sejam duradouras e os bons momentos permaneçam sempre presentes nas nossas lembranças. E que, na hora da raiva, a gente não esqueça do que foi bom e de quem - por regra - nos faz bem. Que essa memória sirva para abrandar os ânimos e dirimir as angústias. E que tudo isso passe rápido e não deixe resquícios. Que os maus momentos percam a cor rapidamente, dando lugar a novas e lindas histórias. Que as nossas mágoas naufraguem.Que as manhãs sejam lindas e as noites acolhedoras. Que cantemos mais e dancemos sempre que der vontade. Em casa, na rua, no nosso cantinho predileto. Que tenhamos um monte de coisas prediletas, para que cada uma delas tenha um "quê" de especial. Do concreto ao abstrato.
Que sejamos felizes. Porque é isso o que a vida pede de nós. Felicidade, sempre!
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Solitário entendimento OU cada qual com seus problemas
Já falei aqui em outra ocasião mas, infelizmente, o bom tempo nos leva ao esquecimento de algumas lições que deveriam ser inesquecíveis.É sobre não mendigar, não fazer solicitações, nem pedir "pelamordedeus", algo que deveria vir naturalmente, como consequência normal das coisas. Mas a gente esquece. A gente não aguenta ver as coisas fora do lugar. A gente sucumbe - e pede - porque o sofrimento manda o orgulho passear, na maior parte das vezes. E os meus sofrimentos são viscerais. Tão intensos quanto a velocidade do meu pensamento e o amor que dedico as pessoas que me são importantes. Então, lá vou eu, fazer fila, argumentar, pedir atenção e um tico de entendimento.
Lá vou eu tentar ser ouvida no que tenho de mais interno. E vou, sabendo que o outro lado tá pouco disposto a escutar. Que o não concordar é suficiente para bater o pé, mater-se no mesmo lugar e - no máximo - me ajudar a juntar os caquinhos, quando o baque for forte demais.
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
MULHERES
Quando a gente chega aos 30, aí sim, a situação parece ficar um pouco mais complicada. Não sei porquê, estabeleceu-se que - nesse momento – você pode até não ter trabalho, mas tem que ter marido. Não é só o retorno de saturno. É a hora da verdade. Bem, assim a gente pensa quando tem 20, 25, 28 anos. Nessa época, parece que o mundo vai acabar amanhã e nós temos que ter o emprego “para sempre” e a família encaminhada. Aliás, sendo muito honesta, ser bem sucedida profissionalmente e não ter respectivo faz com que a maioria olhe para a gente com um ar meio estranho... Não importa se essa é a nossa escolha. Não importa se a gente decidiu não querer qualquer coisa. Não importa se a carreira foi a nossa prioridade durante certo tempo. Não importa se, simplesmente, o cara certo ainda não deu o ar da graça.
Infelizmente, essa realidade ainda é mais verdade, para os habitantes das cidades menores. Outro dia, escutei um homem, solteiro, para lá dos seus 35 anos, dizendo que mulher com mais de 30, solteira, é problema. Não preciso dizer que a história do sujeito é a mais enrrolada possível, né? Mas como ele, tem muitos... E muitas. Que olham para as balzaquianas lindas, no seu terninho chique, ou no seu momento “cuidando de mim mesma”, treinando, correndo pelas ruas com seus corpinhos de vinte e pensam: “Fulana é tão linda. Por que será que ainda tá solteira? Tadinha”.
E aí a gente pára e percebe que muitas pessoas vivem casamentos falidos, só para dar uma resposta a sociedade, ou para esconder o medo de ficar sozinha, na gaveta. E a gente percebe que muitas dessas pessoas queriam ter a liberdade de estar fazendo as suas escolhas de forma independente. E a crítica, muitas vezes, é a fantasia escolhida por pensamentos nostálgicos...
É duro. Mas com a experiência dos meus “trinta e tralalá”, posso dizer que não existe fase melhor para viver. Para cuidar de si mesma. Para conhecer lugares. Para conhecer pessoas. A equação independência financeira, maturidade e liberdade é perfeita. Perfeita e muito propícia para a gente viver a tal felicidade. E para nos conhecermos de verdade. Para separarmos o joio do trigo e identificarmos que desejos são nossos e quais são imposições veladas da sociedade, que a gente acaba achando que “precisa”. Quais são as nossas reais necessidades e que coisas são apenas expectativas dos outros sobre nós mesmos. E aí, fica muito mais fácil a gente ser querida. Fica muito mais fácil a gente conhecer e atrair pessoas interessantes. Fica muito mais evidente o que a gente quer. E se o cara tiver que aparecer, ele vai aparecer. Aos 20, aos 30, aos 40... Na hora certa, sem pular etapas, sem atropelar sentimentos, sem nos roubar experiências que precisam ser vividas para que a nossa escolha seja realmente consciente.
Aí, nesse momento, a gente entende tudo. E a gente dá graças a Deus por não ter cedido aos nossos medos de inadequação, e ter seguido em frente. A gente agradece por a vida ter nos contrariado aos 20 anos, quando a gente já queria que tudo se resolvesse ali. Porque nada melhor do que ser uma balzaquiana feliz, realizada e sem lacunas por feitos não realizados. Tudo a seu tempo. Tudo, no seu tempo certo.
Curtam. Vivam. Aproveitem.
Importem-se, apenas, com o que realmente importa!
domingo, 5 de setembro de 2010
ELA... ASSIM...
Às vezes, ela queria que todos os seus sentimentos fossem passíveis de narrativa. Que fosse lógico para terceiros. Que tivesse uma causa justa ou uma explicação racional. Mas nela, quase tudo é pessoal, intransferível, abstrato. Nela, as sensações surgem sem aviso prévio. É um descuido e pronto. Está insataldo seja lá o que a alma dela precise gritar. Nem sempre é tão bom para o outro, mas geralmente é ainda mais complicado para ela. Que tenta manter a lógica, mesmo quando as lágrimas resolvem declarar independência. Que procura entender, quando sabe que não existem respostas conscientes para o que busca. E, a cada dia, acredita com mais certezas que as suas perguntas nem são, assim, tão necessárias...Mas ela continua questionando, mesmo sem saber o porquê...
domingo, 29 de agosto de 2010
MINHA LOTERIA
Obrigado, obrigado, obrigado... FOREVER!!!
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
SER FELIZ
Mas agora a minha felicidade é diferente, assumo. Porque mesmo feliz, antes, ainda existiam frestas, vãos, abismos (mesmo que navegáveis). Resultado direto de anos escarafuchando o meu mundo psíquico. Primeiro, por necessidade profissional. Depois, por necessidade existencial. A busca dos porquês. A necessidade de definir o que realmente é meu e o que reproduzo como de minha propriedade, por força do hábito. As regras, as normas, as convenções que nos são empurradas goela abaixo pela sociedade em que vivemos. E que a maioria aceita sem questionar... Não eu. Mas pensar demais, muito, incessantemente, às vezes, nos faz sair do eixo, da linha, do prumo. Causa espanto na maioria. Causa dores internas difíceis de definir. Só que com o tempo, a gente aprende que essa saída pode ser bem útil para que possamos enxergar melhor. Ver melhor, quem vê de fora, alguém disse isso, um dia.
E agora, cá estou eu. Feliz. Mas com uma felicidade bem diferente... Com uma felicidade generalizada, total, sem buracos ou interrogações. Com uma felicidade que merece outro momento para ser descrita... Com uma felicidade mais minha do que nunca...





