quarta-feira, 12 de agosto de 2009

MUY CULTA

A medida que envejecemos, las mujeres ganamos pesos.
Esto ocurre porque acumulamos mucha información em nuestra cabeça.
Pero claro, llega um punto em que tanta información no cabe em nuestra cabecita.
Así que esta información acumulada empieza a distribuirse por todo el cuerpo.
Y ahora lo entiendo todo...
No me sobran kilos!! No estoy gorda!
Soy culta...

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

O MUNDO DÁ VOLTAS

Sim, o mundo dá voltas, a tapioca vira, um dia é da caça e outro do caçador.
Que beleza que é a vida, que nos comprova toda essa teoria.
É isso, amigas. Acreditem quando eu falo. Definitivamente, nenhum sofrimento dura para sempre. Alguns, inclusive, duram o tempo exato que a gente permite. A maioria deles, diga-se de passagem. E a gente sofre porque não tem coragem, porque não tem disposição, ou porque não acredita que tudo pode ser diferente. Desculpa, mas tenho a impressão que, nesses momentos, a gente sofre porque quer. Cria um vínculo com o drama, sabe?? Um apego com as tragédias pessoais. E lá vai empurrando com a barriga e sofrendo em doses homeopáticas. Um boicote pessoal que faz com que percamos uma infinidade de momentos que poderiam ser inesquecíveis. Sem falar nas oportunidades, que não vão querer fazer companhia a alguém sem graça, sem ânimo e sem brilho.
É preciso coragem para dar um ponto final em histórias sem futuro e em sofrimentos desnecessários.
Vou falar de novo, mais uma vez. O mundo dá voltas. O que hoje é o seu foco, amanhã, provavelmente, vai ser uma figura quase imperceptível no seu campo valorativo. Se ele foi um cafajeste com você, acredite que o problema é dele e, daqui há um tempo, você vai ter – no máximo – pena do pobre coitado. Se hoje ele é o campeão de audiência que lhe cozinha em banho-maria, provavelmente, mais para frente, ele não vai estar nem em seus programas de índio, na falta de algo mais interessante pra fazer. É assim, querida. É assim. A vida não foi feita para a gente sofrer.
Portanto, só tenho mais um conselho... Preocupe-se em estar sempre bem. Porque, se você não ajudar, ficar cachiblema, sem energia e sem cor, preferindo o escuro do quarto e a solidão da casa para poder sofrer com cenário, aí fica difícil. Bem difícil. Ta sofrendo e acha que esse momento é inevitável, dê uma forcinha para si mesma. Vá sofrer na rua, com os amigos, tomando uma cervejinha e dançando lascivamente. Vá sofrer na academia, suando horas e liberando endorfina. Na pior das hipóteses, você vai estar linda, loira, sarada, cheia de amigos e com a auto-estima elevada. Pacote que, certamente, lhe fará repensar sobre a necessidade de ficar resmungando, se lamentando, porque aquele rapaz não lhe dá a devida atenção. Primeiro, se dê a devida atenção. Não há outro caminho. E, são nesses momentos que as voltas são dadas. Porque o mundo gira, mas para sairmos do mesmo lugar, é preciso mover as perninhas. É preciso merecer!

UIII...

Eita!! Meu período de inferno astral começou e eu nem me dei conta. Ulalá!!! Se bem que acho que tenho alguns créditos, depois da companhia que fiz ao capeta há um ano atrás. Fiquei lá, quietinha, agüentando todos os baques e perrengues. E agora, cá estou eu. Linda, leve e ainda mais loira. Sabe qual uma das melhores coisas da vida??? É que o mundo dá voltas. Sim... o mundo dá voltas!

domingo, 2 de agosto de 2009

sábado, 1 de agosto de 2009

Do que não podemos definir: FALTA

A falta é como um buraquinho que deixou de ser preenchido, um espaço que ficou em branco, um guarda-roupa vazio. A gente sabe que deveria existir algo ali, mas, por alguma razão só restou a ausência. E a gente sente falta de diferentes coisas, em momentos variados. Falta de sono, de dinheiro, de paciência. Falta daquela comida, do abraço, de disposição. Falta de juízo e de coragem. Falta do que já fomos, do que vivemos, de quem amamos. E a gente quer retomar cada coisinha, organizar a casa, colocar tudo no seu devido lugar. Algumas vezes, uma falta gera inúmeras outras... A ausência de alguém que nos é importante, por exemplo, traz consigo um pacote de outras faltinhas: a falta da palavra, do som da voz, do cheiro. A falta da companhia, do contato físico, do gosto. E as faltas vão se juntando e, com um grito estridente, acordam a saudade, que estava tendo o seu momento de descanso. E, nesse caso, a falta traz a saudade pela mão...
E, quando a saudade aparece, ela recruta as nossas lembranças. E a gente torce para que a lembrança esteja bem animada e diminua o peso de algumas faltas... Porque ela resgata o cheiro, o gosto e aquelas sensações ausentes. E, por alguns instantes, eles não precisam estar concretamente presentes. Eles ficaram guardados, como medida de emergência... Nossa memória foi registrando e armazenando tudinho no coração, sem que percebêssemos, a cada momento compartilhado. E, na ausência física, as lembranças desses momentos tornam presentes as sensações daquilo que está nos fazendo falta. E a gente fica feliz por lembrar. E se aquieta, fazendo companhia a espera...

quinta-feira, 30 de julho de 2009

SEM MEDIDAS

Procura-se, urgentemente, a tabela de medidas. Ta difícil saber os limites, a porção exata, o manequim correto. Onde fica a fronteira, onde acaba os direitos e onde começa os deveres. Até que ponto as lamentações tem fundamento e em que capítulo, já virou um drama desnecessário. Não se sabe. Não se sabe a diferença entre ser Amélia e ser uma mulher, apenas, compreensiva. Em que momento você deixa de ser uma megera e passa a ser alguém que está, apenas, defendendo a parte que lhe cabe num latifúndio qualquer. Em que parágrafo, os seus escritos deixam de ser um desabafo despretensioso e passa a ser uma tentativa gratuita de ofender. Também não se sabe. A proporção exata das coisas, hoje, é uma menina desconhecida...

terça-feira, 28 de julho de 2009

AMANHECI CINZA

“A vida não é um jogo onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio. Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade. Se a meta está alta demais, reduza-a. Se você não está de acordo com as regras, demita-se. Invente seu próprio jogo. Faça o que for necessário para ser feliz. Mas não se esqueça que a felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade” (Mário Quintana).

domingo, 26 de julho de 2009

ALEGRIA, ALEGRIA

"Ando escravo da alegria
E hoje em dia, minha gente, isso não é normal
Se o amor é fantasia
Eu me encontro ultimamente em pleno carnaval"
(Toquinho)

quarta-feira, 22 de julho de 2009

ERA UMA VEZ...

...Uma menina que sempre acreditou em contos de fada. Conhecia todos. Passou a vida debruçada em romances, esperando o dia em que encontraria o tão falado príncipe encantado. Ela acreditava nisso... em finais felizes, na tampa da panela, na metade da laranja, no chinelo velho para um pé cansado.
Mas o tempo foi passando e a menina já não era tão menina assim. E, no mundo adulto, as circunstâncias do dia-a-dia tentavam convencê-la de que esses tais contos só existiam na literatura e nas telas de cinema. Que não era legal fantasiar demais, sonhar demais, querer demais. As pessoas, constantemente, alertavam-na sobre isso. E, nessa história, a bruxa malvada vinha vestida de "assim você vai acabar sozinha". Ela queria que a menina não procurasse muito, se contentasse com o que aparecesse, esquecesse os tais príncipes e ficasse com os sapos na esperança de que, um dia, o "feitiço" se desfizesse e - plim! - o batráquio virasse um lindo homem. Como num passe de mágica... como consta na literatura. A tal história do sapo virar príncipe e tal...
Só que isso não deu certo com ela. Ela não gostava de sapos. Nem de brejos. Tudo muito frio, monótono, sem brilho. E resolveu abandonar esse ambiente... Tudo bem, a menina acreditava em contos de fada. Mas a menina também cresceu, tornou-se independente e tinha uma vida além dos seus sonhos românticos. Trabalho, corrida, pilates, academia e coisas do gênero. Ela foi à luta. Desistiu de procurar o príncipe. Parecia que ele estava ocupado demais tentando dar conta da Cinderela, Branca de Neve, Bela Adormecida e, até, da Gata Borralheira. Ela abandonou a fila e foi curtir um pouco.
Eis que, numa bela manhã de sol - conversando com a fada madrinha longe dos brejos - ela conhece não o sapo, mas o PATO. Que ela sabia bem ser o rei da lagoa. Mas agora parecia também que ele estava causando na praia. A menina, que não é boba nem nada, percebeu que as bruxas desse conto vinham fantasiadas de insegurança, chateações, pseudo-competição e uma descrença generalizada. Muitas marrecas, cisnes, sereias e galinhas nessa lagoa. Lotação esgotada. Uma confusão generalizada no reino animal. Pelo menos, no núcleo aquático do reino animal. Assim, ela resolveu não colocar nem o pé nessa água. Afinal, Patos não viram príncipes nem depois de beijados...
Ledo engano. Foi aí que a história dela deu uma reviravolta e ela se deu conta de que, na vida real, o enredo pode ser outro. Hoje, no máximo, os sapos viram refeição. Os Patos, normalmente, também seguem esse destino. Mas não esse... a menina beijou o Pato num momento de "descuido". E conversou com o Pato. E foi conhecendo o Pato. E, depois do beijo, o Pato não se transformou em príncipe. Mas, também, ela não queria mais o príncipe. Ela queria esse Pato... A tampa da panela. A metade da laranja. Não o chinelo, mas a pantufa mais confortável para um pé cansado (ou para uma pata cansada, como queiram)...
FIM

terça-feira, 21 de julho de 2009

AMIGA...

Vamos fazer piada dos nossos perrengues. Rir dos problemas inventados e dramatizar o que está por vir (ou não!). E viva o bom humor que muda o foco do aperto no peito. E viva as amigas que dão um tempero todo especial aos nossos dramas. Que nos põe pra cima e também nos passam o atestado de insanidade temporária.

Vamos rir. Vamos alternar choramingos e fúrias típicas de TPM. Vamos inventar tragédias e transformá-las, rapidamente, em comédias. Mas vamos fazer isso de forma reservada. Com platéia limitada e escolhida a dedo. V.I.P.. Afinal, as nossas catarses não precisam ser de domínio público, ora bolas!!
Amigas, obrigada pelos "espetáculos", mesas redondas, training groups, brainstormings... Assim, tudo fica mais fácil!!