Fala de dor, de privações, de determinação e coragem. Fala da capacidade de superação dos limites. Fala de loucura. Dean Karnazes é o máximo. E o livro também. Para completar, tem um quê de motivador. Primeiro, porque você não quer parar de ler. Segundo, porque quando se está lendo, dá uma vontade gigante de calçar o tênis e sair correndo. E quando você corre, é impossível não recordar das histórias do Dean, e querer ir um pouco mais além.
Nem sempre podemos direcionar as nossas energias para o seu devido lugar. Nessas horas, uma corrida, um bom chocolate ou um livro interessante mudam o percurso daquele xingamento que já estava fazendo cócegas na nossa boca. Mas também, se a vontade for muito grande e o objeto merecedor, vá em frente, pra não correr o risco de engolir sapos que nem no seu brejo merecem estar!
sábado, 20 de março de 2010
LEIAM
Fala de dor, de privações, de determinação e coragem. Fala da capacidade de superação dos limites. Fala de loucura. Dean Karnazes é o máximo. E o livro também. Para completar, tem um quê de motivador. Primeiro, porque você não quer parar de ler. Segundo, porque quando se está lendo, dá uma vontade gigante de calçar o tênis e sair correndo. E quando você corre, é impossível não recordar das histórias do Dean, e querer ir um pouco mais além.
sexta-feira, 19 de março de 2010
DE VOLTA
E isso é raro, meus caros. Acreditem. Porque, na CNTP, eu sempre acho que tenho o dever de tornar público toda a sagacidade das minhas criativas respostas que não cabem em filtros... TSC!
quinta-feira, 18 de março de 2010
Liberte-se
Uma coisa eu aprendi nessa vida: não adianta esperar que o milagre aconteça se nenhum santo está disposto a realizá-lo. Não vai acontecer. Mas sim, você pode se desvencilhar do que lhe traz angústia, tristeza, desconforto. Já bastam as provações sob as quais não temos nenhuma gerência. Para quê, então, ficar alimentando os problemas que - há muito - deveriam ter ido a óbito por inanição?? Se as coisas estão lhe incomodando, mude-as. Se você não está feliz, tente fazer diferente. Sim, eu sei que não é tão fácil, mas pode ser menos sofrido do que se imagina. Se o seu real desejo é dar um fim em uma situação dolorosa, corte todas as fontes que liguem a sua pessoa a raiz da questão. Se precisar ser chata, seja. Se precisar de um afastamento total e globalizado - de uma hora para outra - faça-o. Tem horas, que o mais sensato é aquele pensamento egoísta. Auto-preservação... Olhar para o próprio umbigo quando a gente está esquecendo da gente, é o primeiro passo. E o mais apropriado. Deixe pensarem o que bem quiserem. Quem gosta de você, vai entender e esperar, pacientemente, a chuva passar. Não se preocupe com os estragos, se a única coisa que você está fazendo é tentando preservar a sua sanidade mental, de uma forma honesta, sem invadir o espaço de ninguém. Sim, você pode fechar o seu espaço para balanço, se você não segura a onda quando o telefone toca, ou quando chega aquela mensagem. Ser radical, nessa hora, é evitar o sofrimento a conta-gotas. Porque se a situação está nesse pé, mais cedo ou mais tarde, a decisão virá do outro lado, se você não pedir a conta antes. E aí, você vai ter que engolir de qualquer jeito. Porque é ele quem não vai ligar e - tampouco - lhe atender. São as suas mensagens que ecoarão, sem nenhum indício de retorno. Aí, pode espernear, chorar, fazer chantagem emocional, que não vai funcionar. Porque ele não quer.quarta-feira, 17 de março de 2010
SEJAMOS. PONTO.
"Sejamos nós mesmos, não só apesar de, a despeito de, mas sejamos nós mesmos mesmo que, ainda que, sejamos nós mesmos exatamente porque, principalmente porque, sejamos nós sem desculpas, sem enredos, sem dissimulações. Sejamos um só de nós mesmos, sem disfarce, sem dubiedades, sem máscaras, sem esconder dos outros o que nos falta ou o que nos excede, sem preferir um outro de nós que não somos, sem querer que os outros nos enxerguem diferente, sem mostrar aos outros só o que achamos que possa interessar ou nos orgulhar. Sejamos nós mesmos sempre, ainda quando vamos desagradar, ainda quando os outros possam recusar este de nós que somos, ainda que não se possa pretender ser amado pela metade, ainda que, por sermos nós, deixemos de ser um daqueles outros que queremos tanto e aquilo que os outros querem tanto que sejamos. Sejamos nós mesmos na hora do beijo, do tapa, do abraço, da cuspida, da reprovação, do elogio, do aperto de mão, do olhar cúmplice, da fuga, do amor, do desejo, da covardia, do medo, do carinho, da doença, do afago, da dor, do ponta pé, da fome, da ânsia, da angústia, da inveja, do sucesso, da vergonha, da grandeza, da mediocridade. Cada vez acredito mais que a medida da felicidade é o quanto nós mesmos podemos ser, sem medo de que nos deixem de amar, com tudo que isso implica, ou seja, nos tornarmos cada vez mais amáveis e cada vez mais livres" (Ticcia).
terça-feira, 16 de março de 2010
CONCENTRE-SE NA SUA VIDA
Por que perder tempo com pequenas mágoas, com tristezas existenciais, com ruminações perturbadoras? Por que não deixar o outro em paz, na vida que escolheu viver, e seguir adiante atrás de um caminho que lhe seja próprio? Por que não andar simplesmente, sem a necessidade de esbarrar em quem quer que seja, para mostrar-se presente?domingo, 14 de março de 2010
OBRIGADO
Bom é o fim de semana com direito a corrida em bosque, cervejinha com quem se ama, dormida no meio da tarde sem hora pra acordar. Bom é acordar e ter amigos pra jogar conversa fora, tomar açaí e fazer comida pra dividir na cama. Bom é ficar quietinha, abraçada, aconchegada no melhor lugar do mundo. E mesmo com insônias frequentes, dormir em tempo recorde em decorrência daquele cafuné. E ficar obnubilada, escutando "de longe" a risada mais divertida que, na verdade, estava tão pertinho. E acordar no outro dia pra assistir F1 enquanto vela o sono de quem se ama. Com direito a todo o arsenal de cafunés. E depois dormir de novo. E acordar junto. E namorar, sair pra almoçar e encontrar mais gente que se ama maiS que tudo no mundo, sem combinação prévia. E comprar aquele tênis tão desejado, e tomar aquele "mexicano" tão gostoso. e vê-lo saindo com cara de criança, feliz. E voltar pra casa, de volta para o melhor lugar do mundo. E ver filme. Até os 10 primeiros minutos. E continuar junto... E sair pra jantar, e tomar mais cervejinha, e dizer que ama sempre que der vontade. E dizer "Hum", quando bem entender. E ir pra cama já com saudade do que aconteceu há pouco. E esperar que o amanhã chegue logo... com o mesmo pacote de boas coisas recebido esse fds...sexta-feira, 12 de março de 2010
COERÊNCIA
Chega um momento em que a gente descobre que o mais saudável a ser feito é sermos coerentes com a nossa própria pessoa. Mesmo que essa honestidade pessoal e intransferível não agrade a outrem. Aliás, essa compreensão deveria estar subentendida quando o relacionamento é com alguém que torce por nós. Descobri que não dá pra ser verdadeiramente feliz, quando nos boicotamos ou fazemos de conta que "sim, está tudo bem", quando a nossa vontade era deixar na bandeja os sapos que não estamos dispostas a engolir e as condições que não queremos aceitar. Não dá pra estar satisfeita consigo mesma, quando negamos as nossas reais necessidades e desejos. A gente tenta, se esforça, faz de conta, e se cansa. E a gente percebe que o que antes parecia indispensável, já não vale tanto gasto energético. Porque o indispensável mesmo é uma felicidade simplesinha, que não é adquirida em cruzadas intermináveis. O indispensável é a cumplicidade que surge naturalmente e não por sucessivas tentativas de agradar e fazer-se adequada. Porque adequado mesmo, é não abrirmos mão de ser quem somos, por mais que as circunstâncias queiram levar-nos a isso.quinta-feira, 11 de março de 2010
SOY YO
Sou uma pessoa crítica. Bastante. Preciso controlar, com freqüência, aquele meu humor ácido, tão bem exposto pela minha amiga Paty. Para completar, tenho uma memória excelente para determinadas coisas, o q me torna bastante assertiva em determinados comentários. Embora não consiga lembrar de metade do enredo dos filmes que assisti no mês passado. Mas, com bom humor, é fácil me desarmar. Com bom humor. As minhas brigas não devem ser compradas. Nunca. Porque adoro argumentar e pareço incansável...
Sou aquela das costas largas e do braço forte. A do frescobol da praia do domingo e das corridas pelas ruas, nos dias de semana. Sou a que foi esquecida por Morfeu e que tem uma bateria que parece não ter fim. Sim, me canso 1 bocado, mas, com freqüência, não dou ouvidos para os apelos provenientes da minha própria pessoa. Até que a dupla corpo-juízo sucumba!
Gosto dos desafios, mas já fui bem mais competitiva. Os 30kgs no supino certamente são passageiros, mas não gasto mais 1 real, comprando brigas desnecessárias. Me retiro diante de concorrências que não deveriam existir, mas não posso ver ninguém correndo na minha frente, sem que alguma coisa acelere os meus passinhos.
Sou aquela com impaciência exarcebada para idiotices cotidianas, mas com uma condescendência gigantesca nas situações mais graves e inusitadas. Costumo procurar as razões em todos os cantos, para compreender o comportamento alheio. É que reluto em acreditar na maldade das pessoas. É porque tenho uma lista enorme de bons amigos, e tô acostumada com gente do bem. Porque passei longos anos da minha vida, aprendendo q as pessoas podem ser melhores, e que “cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é”.
E eu tenho várias delas. Dores e delícias. No meu pacote, vieram doses extras de ansiedade. Gosto do movimento e nunca aprendi a ficar sentada na poltrona em dia de domingo. Tampouco tenho paciência para passar mais de
Sei que meus pais foram competentes em me educar, e estou acostumada a respeitar o espaço alheio. Nunca faço com os outros o que não gostaria que fizessem comigo. Se sou simpática? Não sei. Mas tenho uma capacidade empática, por vezes, irritante. Também não penso no que pensam, no que vão pensar ou no que pensariam. Tenho minhas próprias convicções e confio nos meus valores. Gosto de bons modos e só transbordo a xícara qdo estou entre amigos e sei que posso fazê-lo. Mas, para quem não me conhece, às vezes pago de “formal”, é bem verdade. Não é empáfia, é timidez. Verdade q às vezes peco, por achar q as pessoas deveriam agir como ajo. Por achar que determinados comportamentos deveriam ser óbvios, quando não o são. Tenho pouco saco para pessoas "sem limites".
Fui criada em ambientes onde as mulheres são maioria. Então, não faço escândalo quando vejo uma barata, nem ocupo ninguém para resolver problemas desse tipo. O q não quer dizer q não goste de atitudes protetoras para com a minha pessoa... Não sou lá muito feminista, embora me considere independente. Mas acredito q homens e mulheres sempre terão diferentes papéis a desempenhar. Acredito nisso. Ah, afetivamente, às vezes sou apenas pseudo-independente...
Tenho um coração desnorteado e sentimentos desmedidos. Tô aprendendo a dar a César o que é de César e a não ter mais tanta pressa. To tentando fazer de conta que nem toda ação, precisa de uma intenção consciente. Não tenho medo de olhar no olho do monstro. Nem tampouco de abrir as gavetas. Às vezes até levo o monstro para passear, quando deveria deixá-lo no seu próprio enredo. Não gosto que me façam esperar quando me dão certezas. Gosto das coisas diretas, e das vontades explícitas. Pq os jogos afetivos não me atraem...
Também tenho gostos variados. Gosto de manhãs de sol e noites de chuva. Leio a superficialidade das revistas de fofoca e viajo com textos de Nietzsche, Sartre e Goethe. E não me importo que se importem, nem que me julguem através disso... Tenho amigos socialmente corretos. Outros que parecem completamente desprovidos de superego. E amo-os com igual intensidade, porque são eles que melhor definem quem sou.

