sábado, 7 de maio de 2011

sexta-feira, 6 de maio de 2011

SUBLIMAÇÃO: CONCEITO

"Mecanismo de defesa pelo qual a energia psíquica de tendências e impulsos inaceitáveis primitivos se transforma e se dirige a metas socialmente aceitáveis, isto é, o inconsciente desloca energia de certas tendências condenáveis ou inaceitáveis, para realizações consideradas "superiores". Dessa forma, as necessidades instintivas e os impulsos inaceitáveis - com finalidades, por exemplo, pessoais, egoístas, proibidas, "irregulares" - são transformadas e sua energia é dirigida a atividades digamos, científicas, altruísticas, políticas, artísticas, etc., pelo mecanismo de sublimação. Vê-se que assim ao mesmo tempo o indivíduo elimina ou reduz possibilidades de perversão, de neuroses, de anormalidades psíquicas, por meio da sublimação encaminha a sua atenção e potencialidade para realizações e criações positivas"

Fonte: www.portaldapsique.com.br

quinta-feira, 5 de maio de 2011

AMOR

"Que um amor te aconteça. Que um amor te salve. Que um amor te cuide..."


(Cáh Morandi)


quarta-feira, 4 de maio de 2011

MEREÇO



Folga para mim. Hoje é dia. Nada de pensamentos, nada de livros, nada de elocubrações. Depressão do sistema límbico para passar o dia suspensa. O corpo foi bem tratado ontem. O intelecto merece um descanso antes de voltar à luta. Minha alma precisa de um dia de spa. E que assim seja... Me acordem amanhã, para a corrida das 7h.

terça-feira, 3 de maio de 2011

SOLIDÃO



"(...) afinal, tem que ter paciência, dar tempo ao tempo. Já devíamos ter aprendido, e de uma vez para sempre, que o destino tem de fazer muitos rodeios, para chegar a qualquer parte".

(Saramago)

COMEÇOU ASSIM

Nunca me arrependo de acordar cedinho para ir correr, por mais que Morfeu insista em me manter na cama. Foram 70' de corrida até a prainha... Visual maravilhoso, alma leve, liberdade. Um tico de orgulho e de sensação de poder. Com o bônus de acordar junto com o marido...

Depois do corpo, a mente. Livros, livros e livros. Porque os fins precisam justificar os meios...

segunda-feira, 2 de maio de 2011

JÁ É




"Sei lá...

Tem dias que a gente olha pra si

E se pergunta se é mesmo isso aí

Que a gente achou que ía ser

Quando a gente crescer

E a nossa história de repente ficou

Alguma coisa que alguém inventou

A gente não se reconhece ali

No oposto de um déjà vu


Sei lá,

Tem tanta coisa que a gente não diz

E se pergunta se anda feliz

Com o rumo que a vida tomou

No trabalho e no amor

Se a gente é dono do próprio nariz

Ou o espelho é que se transformou

A gente não se reconhece ali,

No oposto de um vis à vis

(...)"

(Lulu Santos)

O DITO



domingo, 1 de maio de 2011

SAUDADES

Saudade é sentimento forte. É um querer sem poder momentâneo. É o desejo de estar perto, de compartilhar momentos e de presenciar conquistas e descobertas de quem a gente ama. É um precisar emocional de quem nos direciona um afeto genuíno, de quem aprecia a nossa presença em proporção semelhante. Saudade é o vazio deixado por uma ausência concreta e objetiva. Ou por várias ausências. É sentir o outro sem poder tocá-lo. É torcer de longe, participar a quilômetros de distância e temer o esquecimento, mesmo que isso seja racionalmente improvável.


Saudade é a certeza de que temos, na nossa vida, pessoas de uma importância incomensurável e que nunca serão substituídas no nível de importância que tem para a gente, por mais que o mundo dê voltas e que outros personagens sejam inseridos no nosso mundo social e psíquico.

É o sentimento que nos faz lembrar que nem sempre poderemos ter todos aqueles que queremos ao nosso lado, mas também é a fonte motivadora do desejo do encontro, a mola que nos empurra para o lado de quem amamos, a despeito das dificuldades que possam existir no trajeto e da distância física que nos é imposta pelas nossas escolhas e pelo rumo que a nossa vida segue.

P.S.: Bem-aventurados os que são como eu, e que tem pessoas que movem céus e terras para estar algum tempinho ao meu lado.

O RJ CONTINUA LINDO




"Ainda bem que existe outro dia. E outros sonhos. E outros risos. E outras coisas"
(Clarissa Correa)