sexta-feira, 28 de outubro de 2011

HÁ QUEM ME ENTENDA


"Ás vezes é preciso dormir, dormir muito. Não pra fugir, mas pra descansar a alma dos sentimentos. Quem nasceu com a sensibilidade exacerbada sabe quão difícil é engolir a vida. Porque tudo, absolutamente tudo devora a gente. Inteira"

Marla de Queiroz

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

DA SÉRIE: Onde me encontro

"Pensar na vida , antes do sono. envelhecer , pegar na própria mão e sentir as rugas dos dedos. ver em filme os sorrisos conhecidos. ficar pequeno de saudades.
Eh se acomodar num cantinho molhado de lagrimas.
ter a flor da primavera em pleno inverno. O frio na barriga pelo q há de vir. Sonhar situações q nao ocorrerão. ser genuinamente alma. Alma q adormece em algum lugar perdido dos seus sonhos. Eh por fim dormir, num eterno cantinho cheio de estrelas
Yo".

O texto é dela, que gosto tanto... http://manoellaalves.tumblr.com/. Que fez aniversário esse mês... Já tinha lido, mas hoje reli e senti como se fosse meu.  Hoje eu queria gente como ela, pertinho.
Tento aceitar o novo com o coração aberto. Tento não usar comparações. Nunca sou cruel com ninguém. Nem com quem conheço, nem com quem não conheço. Não acho minha batalha a mais importante, porque sei que os meus problemas não são grandes (nem perto disso). Às vezes me canso, é verdade, e eles passam a parecer monstruosos aos meus olhos. Mesmo sendo "mini-problemas" no quadro comparativo. Mas sou humana. Sempre.
Desabafo é desabafo. Ninguém pode julgar se é certo, errado ou tampouco cruel. Talvez, quem sabe, filtrar os desabafos. Essa pode ser uma lição. Filtrar, inclusive, os pensamentos que podem dar origem a eles. Talvez os sentimentos se abrandem se não forem verbalizados ou alimentados mentalmente. Ou não. Talvez eu apenas me torne uma pessoa triste ou desenvolva um câncer. Porque eu sou assim, numa intensidade difícil de ser compreendida pela maioria. Isso também faz parte do crescimento. Testar alternativas, me perdendo e me achando, sem perder a essência e sem perder o rebolado.

DA SÉRIE: Onde me encontro


No samba eu me encontro...

Devaneios noturnos

Quando é que a gente se perde e como é que a gente se acha?

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

NA TORCIDA MAIS APAIXONADA

Sorte para a minha Pequena! Tudo vai dar certinho, como os planejamentos que Deus faz para a gente!
Tô com o coração aí... Aguardo cartas, ansiosamente!!

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

CONCLUSÃO DO MOMENTO

DESCOBRI QUE, DESSA VEZ, A CULPADA NÃO ERA A TPM...

terça-feira, 18 de outubro de 2011

PROMETO

Prometo tentar não perder a paciência tão facilmente. Vou me empenhar em reclamar menos, mesmo com o ônibus lotado e com as horas que parecem perdidas entre o trabalho e a casa. Não vou me estressar tanto se a faxineira sempre mudar a planta de lugar ou esquecer de passar a roupa que eu tinha deixado na cama. Se a reunião se estender por duas horas além do meu expediente, quase todos os dias ou se as panelas estiverem na pia para serem lavadas quando eu chegar cansada do trabalho. Não vou me estressar se o detergente acabar, se não tiver requeijão por um dia ou se a roupa estiver no varal para ser tirada. E prometo respirar fundo e não ligar tanto, se todos os dias o meu cabelo dormir molhado em decorrência da sessão academia no maior estilo corujão, que não me deixa nem tempo, nem paciência, nem lucidez para secar as madeixas a meia-noite. Tudo bem se ele acordar de manhã com horror a escova e eu tiver que aderir ao esquema Gisele "só penteardepoisdobanho". Vou tentar entender que faz parte do processo.

Vou tentar. Eu prometo. Sei que muito disso é uma resistência gigante a uma vida-nova-muito-diferente. E que o muito diferente é bem cansativo para qualquer mortal. Mas vou pensar que isso passa e as coisas se ajeitam. Que em um ano as conquistas já foram muitas e que existem pessoas que estáo há mais tempo no octógono sem nenhuma finalização tão significativa para si mesmo.

Prometo tentar, agora que a TPM passou. Juro.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

SOLIDARIEDADE TEM QUE SER GRATUITA

Muita gente lhe entende, se solidariza, etc e tal. Mas no final das contas, são poucas as pessoas que vão além do discurso. É restrito o número daqueles que, realmente, abrem mão de algo para que o outro se sinta melhor. Que se sacrificam um pouquinho que seja, para diminuir o peso do ombro de quem ama. Ou da cabeça. Pai e mãe fazem isso, de livre e espontânea vontade, sem que seja preciso pedir. Os irmãos também.

domingo, 16 de outubro de 2011

NÓS NO KAÇUÁ

 
A COMEMORAÇÃO...