
Nem sempre podemos direcionar as nossas energias para o seu devido lugar. Nessas horas, uma corrida, um bom chocolate ou um livro interessante mudam o percurso daquele xingamento que já estava fazendo cócegas na nossa boca. Mas também, se a vontade for muito grande e o objeto merecedor, vá em frente, pra não correr o risco de engolir sapos que nem no seu brejo merecem estar!
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
RECORDAÇÕES DA MINHA AVÓ
sábado, 14 de novembro de 2009
Estou de volta a mim mesma
TÔ COM SAUDADES DO MEU PATO. SÓ ISSO!!
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
PUTZ!!!
SOBRE CORAGEM
"Sobretudo e antes de mais nada, não sejamos covardes. Tenhamos medo, claro, que medo é bom e ajuda a ter parâmetros e senso, a ser cuidadoso e responsável, a pensar antes de agir, mas depois do medo, não muito depois do medo, tenhamos coragem. Tenhamos coragem de dentro e coragem de fora.terça-feira, 10 de novembro de 2009
QUERENDO SER TIPO NORMAL
Certeza que as circunstâncias estão me testando. Certeza. E teste daqueles brabos, que - de tão difícil - tem só uma fase. Também, se passar, passou pra sempre. Cargo vitalício com muitas gratificações. Mas ainda assim, é sacanagem ficar testando a pessoa desse jeito, seguida e incessantemente. Um ciclo sem fim de desquilíbrio - adaptação - recuperação da homesotase. Quando solto o "ufa", dou de cara com uma pergunta ainda mais difícil. E vou ter que passar de ano duela a quién duela. E as circunstâncias são danadas. Aproveitaram o meu pior momento. Esperaram eu estar despreparada pra entrar de voadora e pagar pra ver! Uma espécie de sobrevivência na selva de pedra...SEM COR
É isso. Nem sempre as coisas terão a explicação que lhe parece mais lógica. Às vezes, o seu corpo pode balançar. Sim, eu sei. Você é uma pessoa ativa e até parece independente mas, em alguns momentos, o seu corpo irá reagir, contrariando a sua vontade. Não é legal, tudo bem. Mas, mesmo sem a sua cabeça querer, o seu peito vai, sim, apertar, causando um desconforto gigante no seu juízo. Mesmo sem você entender o porquê, a sua alma ira lhe parecer triste. É assim. Tá bom, eu sei que não era para ser, mas aquele bichinho que a gente pensou ter ido embora, estava só dormindo discretamente. E, de repente, ele aparece. A gente não convida. A gente não pede. A gente não chama. A gente, tampouco, dá motivos para a aparição. Mas ele vai surgindo de mansinho, em doses homeopáticas, até que a perturbação é tão grande, que o faz ser notado. E daí, você não sabe o que fazer... Não sabe quando pássa... Não sabe se, um dia, ele vai embora de verdade... Então você só torce, reza e deseja que os estragos não sejam tão grandes...terça-feira, 3 de novembro de 2009
ITEM DE SÉRIE
O quão difícil é, para os homens, entender que nós, mulheres, iremos surtar de vez em quando, sem "ter nem porquê"? É assim mesmo, acredite. Administramos momentos de euforia, insegurança, intolerância, e beiramos a insanidade total, pelo menos uma vez por mês. É simples, basta saber comportar-se diante de muitas, em uma só. Foi você quem escolheu, colega, então aceite o ônus da forma mais inteligente possível, porque se você ainda está nessa, é porque certamente deve valer à pena. Tente pensar comigo: Se é ruim para você, que é envolvido nas nossas histórias criativas e sem nexo, e vira vilão de uma hora para outra, imagine para nós que, além de fazermos sinapses enlouquecidamente para dar conta de tanta imaginação, ainda temos que conviver com o conflito "eu-tô-errada-eu-tô-louca-vai-passar-eu-sei-mas-não-consigo". Ah, e ainda por cima, ficar ensandecida porque você não consegue entender que, nesse momento, nada é pessoal. Nem a cobrança, nem o xingamento, nem as lágrimas completamente fora de hora. Possivelmente, nem a batida de porta, nem a resposta "mal-criada". Você é, simplesmente, o bode expiatório. Assim, que tal fazer-se de desentendido? Mas sem que ela perceba, óbvio. Escute, mas não processe. Balance a cabeça, mas sem que ela note que esse é um movimento involuntário. Finja interesse. Apenas finja. Nesse momento, nada é real e, tampouco, duradouro. No outro dia, ela vai analisar e entender que algum ser estranho se apossou daquele corpinho tão suado e tão cuidado em horas de academia. Aliás, ontem, ela devia estar achando que era a mocréia personificada. Que qualquer ser era mais apresentável do que ela e que, por isso, você - o escolhido - poderia descartá-la a qualquer momento, por qualquer coisinha que passasse na esquina se oferecendo. Não adianta. É fisiológico. Não acreditamos no espelho, não acreditamos em você, não acreditamos nem em nós mesmas. Mas isso também pássa. Assim, prepare-se. Não adianta trocar de namorada. Possivelmente, a outra também terá comportamentos semelhantes, com modificações pessoais, mas tão intensos quanto a da primeira, segunda, terceira... Isso não é opcional querido. É item de série.
Talvez você esteja se sentindo injustiçado, por achar que sempre sobra pra você. Tudo bem. São os seus telefonemas que ela vai questionar. É com aquela palavrinha despretenciosa que ela vai encucar. É o seu cansaço que ela vai considerar falta de amor, de atenção, de interesse. Mas se você quer saber, não adianta lutar contra tudo isso. Ás vezes o mundo não é justo mesmo, acredite. Não adianta espernear, irritar-se ou entrar no nosso inconsciente jogo. Já falei. É fisiológico, e responder a altura só vai transformar o passageiro em uma discussão com repercussões duradouras e, quem sabe, permanentes. Na dúvida de como agir, um abraço apertado e um silêncio cúmplice sempre é um bom remédio para a irritação "by TPM". Troque as palavras pelos gestos. Assim, é fácil desarmar uma mulher. É simples assim. É fisiológico.