sexta-feira, 16 de abril de 2010

PENSAMENTO DO DIA


Sim, está igual a um TREINO DE SUBIDA...

Muito esforço pra pouco divertimento!

quarta-feira, 14 de abril de 2010

RECORDE PESSOAL (Por enquanto)

TÔ MUUUITO ORGULHOSA DE MIM!!!
DESCULPE USAR O ESPAÇO PARA UMA AUTO-APRECIAÇÃO, MAS FAZER O QUÊ...

Ontem foram 18 km correndo na esteira. O que soma mais de 01h e 30' (sim, ainda sou inicante), feito ratinho de laboratório, sem olhar paisagem, mudar terreno, descontrair-se com o vai e vem das pessoas na rua. E, ainda assim, feliz e satisfeita. Sublimando...

Conclusão do dia: SOU, pelo menos, UMA MULHER COM MUITA PACIÊNCIA!!

terça-feira, 13 de abril de 2010

DO CAIO


segunda-feira, 12 de abril de 2010

CONSELHO DO DIA

CRITÉRIOS, PACIÊNCIA, LIMITES

Após mais de 30 anos bem vividos, a gente acaba por conscientizar-se que algumas coisas não precisam mais ser aceitas. Porque a gente fica mais criteirosa, menos dependente e com paciência, apenas, para o que é realmente importante. A gente não precisa saber todas as músicas da moda, nem quem são os cantores do momento. Não precisa aceitar a noitada do namorado, nem chilique de ex. As explicações minunciosas deixam de ser tão necessárias e os dramas novelescos só servem para analisarmos os valores que cada um possui. E, a partir disso, decidirmos o que a gente quer pra nossa vida. A paciência para comportamento adolescente em corpo de adulto também diminui. Da mesma forma que diminui a nossa tirania com a dieta e com nós mesmas. A paciência diminui para gente sem educação, sem classe, sem berço. Para o carro estacionado em vaga proibida, pessoas atrapalhando o trânsito, discussões desnecessárias. Para comportamentos demasiadamente efusivos, pessoas mesquinhas e para aqueles que não conseguem enxergar o óbvio. Para a falta de decisão, para aquele sentado em cima do muro, para o adulto que não quer abrir mão de nada e acha que a vida é assim... E a gente descobre que os nossos critérios realmente aumentaram... A paciência para brigar diminui, assim como a necessidade de esforço para que o outro nos entenda, compreenda, aceite, ouça, considere, queira... Porque as nossas opniões ganham outra forma. Porque elas passam a falar por si só, sem precisar de uma dissertação gigantesca com direito a justificativas, objetivos, fundamentação teórica e conclusão. Aceita quem quer. E quem acha que vale à pena.

Os sofrimentos do jovem Werther

"A natureza humana tem seus limites: pode suportar, até certo ponto, alegrias, tristezas e dores; se ultrapassar esse limite, sucumbirá" (Goethe).

sábado, 10 de abril de 2010

sexta-feira, 9 de abril de 2010

(IN)COMPREENSÃO

Dói quando a gente não é compreendida, quando nossos sentimentos parecem folclore e nossos valores são motivos de discórdia. As decisões perdem o valor, quando não são tomadas de coração aberto. Quando são, apenas, uma rendição, mesmo que representante de um contra-senso para si próprio. Contra-senso é absurdo, já diz o dicionário. Absurdo é falta de sensatez. O que era pra ser um gesto de carinho, não deveria se configurar nisso. Teria seus méritos se o objetivo de quem pede compreensão suplantasse o desejo de ver o outro feliz. Não é o caso. Bem longe disso. Então, não era pra ser assim. Isso não é entendimento.

Não queria ter um pedido atendido a qualquer custo. Tampouco, a custa da "felicidade" de quem mais amo, mesmo que esse custo pareça dissonante (para mim!!) do objeto "deixado-pra-lá". Mas eu não queria que custasse. Nem um pouquinho, quem dirá de forma tão pesada. Preferia eu, pagar a conta. A tristeza do outro não me deixa contente. Em nenhuma circunstância. Meu orgulho, minha vaidade, minhas neuras e minhas dificuldades em lidar com certas coisas estreantes na minha vida, nunca estarão a frente do bem-estar das pessoas que quero ver feliz. Foi assim que aprendi, e é assim que eu sinto.

Dói um pouco, sim. Dói a falta de compreensão real. Mas é passível de entendimento, claro. As nossas compreensões não surgem por livre espontânea vontade. Mas ela tem início exatamanente nesse ponto. Na vontade. Na tentativa de mudar a lógica, de se abster dos pré-conceitos e das idéias enraizadas pelo hábito. É necessário escutar de verdade. Estar atento e ter boa vontade, genuinamente. Abandonar os bichinhos que obnubilam nossa disposição em entender, simplesmente porque o comportamento usual determinou que é assim e ponto. E colocar na balança, o que relamente é importante. E pensar se, de verdade, determinadas coisas merecem tanto gasto psiquico e emocional. Se essa, realmente, está sendo uma valoração coerente.

É isso.
Já aprendendo a lidar um pouco mais com certas incompreensões. Deixando claro que aprender não é conformar-se, ok?! Um pouco mais resistente a determinadas situações. Com o sono mais independente do que quer que seja, desde que eu tenha consciência da minha honestidade e das minhas boas intenções.
Mesmo que isso seja incompreensível para quem eu mais queria que entendesse, segurasse na minha mão, comprasse a idéia e acreditasse num futuro de consensos sem dramas, dores ou esforços homéricos... para os dois lados.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

terça-feira, 6 de abril de 2010

INDISPENSÁVEL

O que seria da vida sem os feriados, os sábados e domingos, a tão esperada sexta à noite? O que seria de nós sem os velhos amigos, os bons amigos e aquele novo amigo que já vem chegando e ocupando um cômodo na nossa vida? Bem-aventurados aqueles que sabem a hora certa de despir-se de pudores desnecessários, sem pisar na grama do vizinho. Que conseguem aproveitar cada instante numa liberdade de fazer inveja aos encouraçados de plantão. Admiráveis aqueles que usam a diversão como protagonista da vida, conscientes de que os coadjuvantes também são indispensáveis. E os que não usam os momentos de euforia para perder a noção de ética e da boa educação. E viva os eufóricos engraçados, sem-noção, que repetem a mesma frase compulsivamente, que dançam lascivamente, que abraçam os amigos, que fazem careta e não param de rir. Sortudos todos nós, que temos a honra de encontrar pessoas diferentes e tão semelhantes. E dividir tantos instantes de um jeito tão parceiro.

Sei que às vezes seria bom se o tempo parasse em determinadas cenas. Mas melhor ainda é saber que, embora o tempo passe, os feriados continuarão a existir. E os fins de semana. E as férias. E os recessos.
E que os amigos estarão lá, para descontar em alegria cada minuto gasto em frente ao computador nos dias de semana. Cada hora perdida em reuniões improdutivas. Cada centena de real gasto na compra da passagem, na feira para a viagem, nas incontáveis latas de cerveja e energético e no montão de litro de vodka e afins.
E que bom que é assim. E que bom que foi assim. E será. Porque em boa companhia, tudo é motivo pra querer de novo-novamente-bis-maisumavez-dáprarepetir?. Porque como aprendi por aí, já é bem suficiente, estar com quem se gosta. Ponto.