quinta-feira, 10 de junho de 2010

quarta-feira, 9 de junho de 2010

AH, MEREÇO...

PAGANDO DE PINGUIM DE MADAGASCAR

Ai... hoje tô precisando de doses extras de "sorria e acene". Algumas medidas a mais. Sei lá porquê. E ó, antes que tirem a previsível conclusão de que estou de TPM, informo logo que não, não é isso. E sei lá o que é.
Devem ser as faltas, junto com o que sobra. Isso, pessoas! Tá tudo trocado. O que é pra ter demais, tá faltando. O que é pra faltar, tá sobrando! Falta abraço, beijo, o namorado perto e horas a mais no meu bendito dia. Sobram comentários sem noção, incompetência e tecido adiposo onde não deveria nem sequer pensar existir. E não, não sou louca. Se Maurren Maggi disse que tem um pneu, eu tenho o direito de anunciar que tenho uma borracharia inteira, em alto em bom som, com direito a placa em neon, se eu quiser. Porque o que vale, é o que eu vejo!
Ah, também tá faltando o doce na minha vida, porque tive que cortar como medida de emergência.
Segundo Kátia, nosso próximo passo é cortar os laticínios. E eu já vislumbro nosso futuro... Depois de 02 horas de corrida, pobrezinhas, sentadas na calçada, exaustas, comendo alface e bebendo água. Ô vida! Mas, não vão faltar aqueles comentários inteligentes, aquele humor refinado e aquela tolerância baixa pra realidade esdrúxulas. Ah, e as piadas a respeito de nós mesmas. Porque a gente sofre, mas não perde a classe, o humor, nem a disciplina pra correr atrás dos prejuízos.

Amanhã passa, eu sei.

terça-feira, 8 de junho de 2010

TÃO DIFERENTES E TÃO IGUAIS

Amiga de todas as horas… Companheira de longas corridas e de conversas intermináveis. A pausa necessária e o retorno genuíno. A paciência sem limite e a praticidade de quem não tem tempo a perder. A pisciana e a virginiana. A leonina e a aquariana (trocamos de posto, quase!). O coração gigante e a cabeça mais compreensiva. A química de duas almas destinadas ao encontro… A pessoa que me entende em todas as minhas insanidades incompreensíveis aos olhos da maioria. O carinho incondicional e a análise imparcial. A liberdade e as couraças. As verdades ditas de forma direta e objetiva. A puxada para o mundo real. A energia que parece proveniente de uma fonte inesgotável. O cuidado e o desligamento. Aquela que me diz qual o melhor caminho, mas que não hesita em me acompanhar quando resolvo seguir outra trilha. A companheira perfeita. A que joga frescobol, corre, treina, bate ponto na praia, conta as cervejas do fds, delira... Tudo como eu. A mesma cartilha. Porque meus dias sem ela não são os mesmo. Estudamos pelo mesmo Manual de Educação. Devemos ter Q.I.'s parecidos. Somos seres diferentes de todos e parecidos com nós mesmos. Talvez, dois lindos ET's perdidos nessa terra louca e de cabeça pra baixo!

Só tenho uma coisa a dizer: "Ufa! Ainda bem que não estou sozinha!".

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Felicidade

"O que pode alguém fazer quando se está na casa dos trinta anos e, virando a esquina de repente, é tomado por um sentimento de absoluta felicidade - felicidade absoluta! - como se tivesse engolido um brilhante pedaço daquele sol da tardinha e ele estivesse queimando o peito, irradiando um pequeno chuveiro de chispas para dentro de cada partícula do corpo, para cada ponta de dedo?"
(Katherine Mansfield)

sábado, 5 de junho de 2010

sexta-feira, 4 de junho de 2010

MUDANÇAS SEM DRAMAS

Sim, admiro quem busca incessantemente a estabilidade, como se – depois de resolvido – a felicidade estivesse garantida pela imutabilidade dos fatos. Mas desconfio – veementemente – que a felicidade não é um fim. Desconfio ainda mais da certeza de que tudo permanecerá no mesmo lugar, sem cobrar nenhuma atitude mais decisiva. Porque tudo muda. Porque os sentimentos mudam. Porque as circunstâncias mudam. Porque – querendo ou não – hora ou outra seremos atingidos pelo que acontece a nossa volta. E, se o vento for muito forte, impossível não balançar.


Além disso, me surgem outras tantas interrogações a respeito. E se depois de riscados todos os itens pendentes do check list da vida, a felicidade não aparecer tão radiante quanto esperava-se? A pessoa permanece no mesmo canto? Seguro, tranqüilo, tépido e sem cor? Questiono isso com freqüência. Não que defenda uma vida tal qual uma montanha russa. Não que não goste e deseje a calma de ter tudo no seu devido lugar. De saber como será o dia de amanhã e onde encontrar o que procuro. Só não acho legal a acomodação nessa "estabilidade". Mas acredito na possibilidade de também ser feliz numa vida com algumas mudanças, sem que isso seja encarado de uma forma novelesca. De não sucumbir ferozmente toda vez que – de repente – o amanhã fugir do meu script e exigir posturas e decisões novas.


Assim, muito mais do que a estabilidade na vida, acho mais sensato buscar uma estabilidade de sentimentos. Porque o mundo está aí, mudando, reinventando-se, pegando todos de surpresa, se assim lhe der na telha. Pensando dessa forma, essa paz interna - que eu acredito ser muitas vezes confundida com estabilidade - deve ser resultado de emoções menos voláteis e sentimentos mais firmes, que permitem encarar qualquer novidade ou sublevação com uma postura mais tranquila e mais assertiva. Pra começar, então, sugiro começar essa busca, no plano subjetivo, interno, abstrato. Pra daí, poder encarar a vida de uma forma mais estável, mesmo diante de qualquer terremoto ou tsunami concreto que possa lhe atingir, metaforicamente falando. Pense nisso.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

segunda-feira, 31 de maio de 2010

PARA UMA AMIGA


"Vai passar, tú sabes que vai passar. Talvez não amanhã, mas dentro de uma semana, um mês ou dois, quem sabe? O verão está aí, haverá sol quase todos os dias, e sempre resta essa coisa chamada 'impulso vital'. Pois esse impulso, às vezes cruel - porque não permite que nenhuma dor insista por muito tempo - te empurrará quem sabe para o sol, para o mar, para uma nova estrada qualquer e, de repente, no meio de uma frase ou de um movimento, te surpreenderás pensando algo assim: 'como estou contente outra vez'"
(Caio Fernando Abreu)

FIM DE SEMANA


Como são bons os fins de semana na praia. O encontro com os amigos, o mar, as horas de frescobol compartilhadas com pessoas do bem. Pessoas que a gente gosta muito e que, notadamente, gostam da gente também. A tensão escapulindo aos poucos, em cada movimento, sem que a gente nem perceba. A cerveja no fim da tarde, o papo bom. Uma conversa informal e gostosa, que vai além da tríade BPP (balada-pegação-porres). Pessoas muito diferentes que, em algum momento da semana corrida, fazem a mesma escolha:
A praia no fim de semana...