sexta-feira, 19 de novembro de 2010

SÓ QUERIA DIZER QUE ESTOU FELIZ... MUITO FELIZ!!!!!

terça-feira, 16 de novembro de 2010

PAUSA NOS PENSAMENTOS

"Às vezes é preciso diminuir a barulheira, parar de fazer perguntas, parar de imaginar respostas, aquietar um pouco a vida para simplesmente deixar o coração nos contar o que sabe.
E ele conta. Com a calma e a clareza que tem."

Ana Jácomo



terça-feira, 9 de novembro de 2010

MINHAS BENÇÃOS

Sabem qual foi a melhor constatação dos preparativos para o casamento??

Que se fosse liberado, pelo que está escrito no convite dos padrinhos, eu teria mais uma dezena de pessoas para chamar... Manú, Gabi, Fernanda, Paty, Igor, Simone... e tantos outros não especificados, mas tão importantes quanto.

E sabem qual é a frase mais pensada nos preparativos para a lua-de-mel??

"Mais vale amigo na praça, do que dinheiro na caixa"...

NÃO TEM COMO NÃO FICAR FELIZ...

CONVITE DOS PADRINHOS - By Euzinha

quinta-feira, 4 de novembro de 2010


MISSÃO DO MÊS: Pensar como um coelho!!

terça-feira, 2 de novembro de 2010

DICIONÁRIO DA TICCIA

Resignação, s. f., é a desistência que em vez de abandonar o barco, se deixa levar pela correnteza.


Fonte: www.ticcia.com

PONTO

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

PARA TODO SIM, EXISTE UM NÃO

"Quando fazemos uma escolha, qualquer escolha, estamos dizendo sim para um lado e dizendo não para o outro. Então, algum sofrimento sempre vai haver"

(Martha Medeiros).

NADA VEM DE GRAÇA... "Nem o pão, nem a cachaça"


Não sei quando foi que eu desaprendi a gritar. Em que momento da minha vida eu decidi que era melhor sofrer calada com o que me incomoda, do que cuspir o sapo em alto e bom som. Não sei quando foi que eu desisti de bater a porta e transformar minhas tristezas numa agressividade saudável. Não sei quando se deu essa mudança. A partir de que ponto da minha história, eu deixei de "brigar pacificamente" e gritar, quando me senti agredida. Porque que eu resolvi sempre respirar fundo, pedir baixinho e rezar para ser ouvida no melhor estilo madre Tereza, quando meu mundo psíquico se manteria muito mais saudável se eu chutasse o pau da barraca e estampasse em letras garrafais as realidades que são incompatíveis com o meu bem-estar. E ponto. E aceitasse quem quisesse. Quem achasse que vale à pena. Quem estivesse disposto a pegar o pacote completo, com o ônus e o bônus abraçadinhos feito irmãos siameses.
Porque passo longe de uma pessoa mimada ou cheia de vontades. O chip do orgulho deve ter sido expelido naturalmente, quando saturno retornou "sei-lá-pra-onde". Frescura, não tenho nenhuma. E se tenho, é tão insignificante quem nem vale ponto no currículo. Sendo assim, o que não me agrada, não me agrada porque me faz mal de verdade. E a gente não deve aceitar o que faz mal. A gente não deve colecionar mágoas por medo de incomodar. Principalmente quando a gente é incomodado numa frequência ritmada, e ninguém liga.
E é a gente que tem que entender. É a gente que tem que justificar a ação de terceiros. Somos nós que temos a obrigação desobrigada de passar por cima, entender as palavras que soam como tapas na cara e sorrir porque o outro "tem problemas-estava bêbado-tem um coração bom apesar das repetidas agressões-coitado-tem trauma de infância".
E a gente se ilude achando que ganha bônus por tamanha capacidade de compreensão. A gente até acha que - um dia - será recompensado quando a situação for crítica para o nosso lado. Quando a gente precisar tanto a ponto de criar coragem até para pedir. Lêdo engano, pessoas. Em alguns casos, não é dando que se recebe... E isso me faz pensar se - melhor mesmo - não é ser impulsiva e descompensada, quando o mundo pedir isso da gente. Ser um pouco mais humano, demasiado humano, para poder delimitar território e receber a parte que nos cabe nesse latifúndio. Sem pedidos, sem favores, sem a angústia da espera.
E tenho dito. Bem dito.

Solitário entendimento OU cada qual com seus problemas

Já falei aqui em outra ocasião mas, infelizmente, o bom tempo nos leva ao esquecimento de algumas lições que deveriam ser inesquecíveis.
É sobre pedir o que não deve ser pedido...
É sobre não mendigar, não fazer solicitações, nem pedir "pelamordedeus", algo que deveria vir naturalmente, como consequência normal das coisas. Mas a gente esquece. A gente não aguenta ver as coisas fora do lugar. A gente sucumbe - e pede - porque o sofrimento manda o orgulho passear, na maior parte das vezes. E os meus sofrimentos são viscerais. Tão intensos quanto a velocidade do meu pensamento e o amor que dedico as pessoas que me são importantes. Então, lá vou eu, fazer fila, argumentar, pedir atenção e um tico de entendimento.
Lá vou eu pedir o "impedível". Tentar objetivar o tamanho dos males que me provocam para poder fazer um relatório que comprove as minhas necessidades. Que torne físico e concreto, o que é de natureza incomensurável..
Lá vou eu tentar ser ouvida no que tenho de mais interno. E vou, sabendo que o outro lado tá pouco disposto a escutar. Que o não concordar é suficiente para bater o pé, mater-se no mesmo lugar e - no máximo - me ajudar a juntar os caquinhos, quando o baque for forte demais.