quarta-feira, 23 de setembro de 2009

SUBLIMANDO NA 10K

"O desafio de correr não é querer realizar coisas que ninguém jamais fez antes; mas, sim, continuar a fazer coisas que qualquer um pode fazer, mas que a maioria jamais fará"
(Abílio Diniz).

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

QUEIRA POR PERTO...

Queira por perto, as pessoas boas, com o coração aberto e a alma de criança. Aquelas que não lhe faltarão nem quando a agenda estiver lotada e os compromissos parecerem inadiáveis. Queira junto à você, os amigos que serão sempre os mesmos - tanto na sua presença, quanto na sua ausência. Aqueles que serão honestos, mesmo quando as palavras forem difíceis e as razões não tão justas. E não se aproveitarão dos seus momentos de fragilidade para tirarem qualquer tipo de vantagem.

Não ache que precisa de muitos... A quantidade, às vezes, é enganosa e nos ludibria com a falsa ilusão de que somos queridos, a despeito do rostinho bonito ou do ônus que pode vir atrelado a nossa pessoa. A popularidade não é diretamente proporcional ao "querer bem"... Queira por perto aquelas pessoas que se preocupam com você, que gostam da sua companhia, mesmo que ela nçao seja tão corriqueira. Aquelas que conhecem o seus defeitos e você, nos seus piores momentos. E, mesmo assim, não arredam o pé da tua vida. Dispense da lista de "amigos", aqueles que só te acompanham nos momentos de festas, farras e lazer. Insira-os na categoria de "boas companhias". É fácil ser "do peito" quando as circunstâncias são favoráveis e o cenário é bem bonito.

Faça questão da presença daqueles com os quais você se sente à vontade para ser quem, de fato, é. Sem couraças, sem máscaras, sem meias-palavras. Com os quais você não precisa segurar o choro ou disfarçar a tua tristeza. Aqueles para quem você tem vontade de compartilhar as boas-novas, quando elas aparecem na tua vida.

Você não precisa fazer a "política da boa vizinhança", sempre. Você não precisa aceitar todas as convenções. Você não precisa suportar o que te faz mal, ou o que não te agrega nada, apenas pela possibilidade de, em algum momento, precisar de quem não estima. Seja educado. Isso basta e faz com que as boas pessoas te admirem e que, os demais, não te interpretem erroneamente.

Queira apenas aqueles que, de alguma forma, lhe tornam uma pessoa melhor. Aqueles que, mesmo com todas as idiossincrasias, conseguem enxergar a tua alma e torcem visceralmente por você. Os que te amam, os que te admiram, os que estarão ao teu lado nos dias de sol e nas noites chuvosas, mesmo quando tiverem programas mais interessantes para fazer. Queira por perto, os que te querem por perto, não por conveniência.

Enfim, queira pertinho de você, quem te quer por perto pelas razões mais honestas...

BEIJÃOZÃO
DA KIKIS

domingo, 13 de setembro de 2009

Para o dono da casa


Obrigado por você ter aparecido assim, de repente, nos meus dias. Confesso que naquele momento não estava muito a fim de "visitas", mas foi impossível resistir à forma como você entrou, de mansinho, sem fazer barulho. Foi chegando como quem não quer nada e, quando percebi, você já estava bem instalado.

Obrigado por abrir as janelas da casa e me proporcionar novos horizontes. Vi uma paisagem diferente através delas. Uma paisagem já conhecida, é verdade, mas há tempos encoberta pelos retratos em branco e preto, pregados na parede por alguns visitantes que achavam que a vida não é uma brincadeira e deve ser levada à sério, de uma forma bem enfadonha.

Obrigado por tirar da gaveta as minhas idiossincrasias, por achar que elas combinam com você e dão um brilho maior ao ambiente. Obrigada por deixá-las expostas pela casa, como aqueles objetos de decoração que retratam bem o seu morador. É que, em muitas ocasiões, guardava um pouco de mim em compartimentos, para agradar as visitas e para não chocá-las... Sim, achava que assim elas se sentiriam mais à vontade. Só que acabei esquecendo que o cantinho é meu e, portanto, deve ter a minha cara, mesmo que, às vezes, ele não esteja tão apresentável aos olhos de quem quer que seja. Obrigado por ter me lembrado disso também.

Ah, e a casa ficou bem mais bonita depois que você passou por ela. Agora ela tem mais luz, uma energia boa. Obrigado por ter acendido a lareira e por ter tornado o ambiente mais quente e mais acolhedor. Por ter aberto as portas e deixado novos visitantes entrarem, agora atraídos pelo que vêem, e não pelo que imaginam. Assim, não preciso mais mudar os móveis de lugar, nem esconder os retratos nas gavetas, cada vez que a camapinha toca. Obrigado também pela música que agora parece inerente ao ambiente. Por não reprimir as minhas escolhas nem a minha voz alta. Por saber que a minha risada é assim, escandalosa, mas ela acaba tornando a casa bem mais real.

Obrigado pela mudança na cor das paredes. Aquele branco todo já estava fazendo mal a minha visão, e me deixando entediada. Gostei das cores vibrantes e dos tons pastéis, distribuidos certeiramente em cada cômodo da minha residência. Ah, e quando você entrou, decidi jogar fora o que não era mais útil, o que estava entulhado pela casa deixando-a com um aspecto desarrumado. É que achei que você merecia mais espaço, e eu acabei ganhando um local mais amplo para passar os dias. Depois dessa providência, tenho mais liberdade para andar e para adquirir o que realmente desejo. E agora, você também pode circular sem ter a preocupação de esbarrar em cacarecos antigos espalhados pelo chão. Obrigado por tornar a minha casa maior e mais clean. Combina mais com o meus estilo.

Depois que você entrou, tudo ficou mais liberado. Posso colocar o pé na mesa e a toalha em cima da cama. Posso deitar no tapete e ficar ali, assistindo televisão. E posso querer, sim, que ela esteja arrumadinha, com cada coisa em seu canto, se essa for a minha vontade. Agora, parece que a casa voltou a ter a cara da dona. Ah a ausência dos relógios quando você está aqui, também foi providencial. Agora, as horas parecem ter outra dimensão na tua presença, e eu esqueço do tempo quando ficamos sentados, conversando. Falando amenidades, contando dos nossos dias ou, simplesmente, apreciando o ambiente.

Obrigado também por ter tirado as trancas e as chaves desnecessárias. Por ter arrumado o jardim e jogado fora os manuais improdutivos empilhados na estante. Obrigado por manter as janelas abertas e o tapete na entrada. Por, finalmente, ter feito que a dona da casa se sentisse a rainha do lar. E, tudo isso, sem você - nem ao menos - ter se dado conta de toda essa metamorfose. Sem fazer esforço e sem terceirizar o serviço.

A casa é sua...

Kiki

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

PARECE

PARECE QUE AGORA TÔ QUASE COMEÇANDO A ME SENTIR UMA CORREDORA...

terça-feira, 8 de setembro de 2009

VOLTEI

Parece que eu sumi, mas estou aqui!!!
Feriado amando e querendo bem. Cuidando de quem cuida de mim e toda a ladainha que vocês conhecem.
Estou de volta a vida real. Sim, amigas, ela volta um dia. E tudo volta a ser como antes. Ou quase tudo!
Não briguem comigo... bem que vocês sabem que eu merecia!!!
Só preciso recuperar horas de sono e desfazer-me de algumas gramas extras provenientes de conversas e jogos regados a cerveja, almoço com direito a sobremesa (sempre!), massas prontas e estréia de molhos e a consciência bem tranquila, porque é pra isso (também!) que passo horas gastando as minhas perninhas aumentando a quilometragem de corrida, oras. Acho que mereço... E o melhor??? Ele me apelidou de "ZEROlite". Assim é bem fácil ser feliz!
Petones
Para as que ficaram de cara feia com a minha ausência também!!

terça-feira, 1 de setembro de 2009

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Mulheres, internet e namorados!

Só me explique porque você faz questão de saber quem é quem na vida do rapaz. Só isso. É tão importante, assim, saber se aquela figura que mandou um scrap para ele é uma ex-ficante, ex-namorada ou a colega da igreja? Fico me perguntando, no final das contas, em que isso acrescenta na relação. Sei bem os estragos subjetivos que causa na vossa pessoa. Ah, se sei. A desconfiança, a raiva dele porque ela está ali, no meio dos "amigos", o comportamento compulsivo de entrar na internet de 05 em 05 minutos, para saber se tem mensagem nova para você poder alimentar, ainda mais, aquele ódio que vai corroendo e tira todo o SEU humor. Se você é namorada do rapaz, deveria saber, extamente, quem são as pessoas com as quais ele tem contato frequente. Os contatos esporádicos, do tipo "ser vista para ser lembrada", não deveriam ser assim, tão importantes. Sim, eu sei que irrita. Mas não deveria ocupar tantos capítulos na sua novela.

Mas não. Parece que você procura, literalmente, razões para fazer questionamentos. Motivos para ficar irritada. Sim, porque é quase possível visualizar a sua cara de desânimo, quando entra lá, na página do rapaz, e não tem nenhuma "novidade". A impressão que passa é que você deseja, sim, o movimento, o drama, os conflitos. Para apertar o peito e ir tirando a paciência do rapaz devagarzinho, em doses homeopáticas, com cobranças e questionamentos do tipo "ela tá com saudades de quê????". Agora, você imagina se o cara é baladeiro. Curtidor da pesada. Com mais de um "perfil", de tantos "amigos" que fêz pelas festas da vida. Micaretas, raves, carnaval, confraternização da empresa... Sim, querida. É bem possível que ele já tenha ficado com, pelo menos, dois terços das loiras que ali estão alojadas. Eu disse, pelo menos (e das loiras!!). E aí? Vai enlouquecer??? Quantas pessoas com as quais você um dia ficou são realmente importantes na atualidade? Quantas delas lhe dão frio na barriga ou lhe despertam desejo no dia de hoje? Por quais deles, você deixaria o ex-pegador que é o seu atual namorado? Pense bem! E, se você for uma mulher com cromossomo XX de verdade, que não quer "pagar de escrota"- pensando que isso é bonito -, é bem possível que os beijos que ele deu por aí tenham sido bem menos significativo do que aquela meia hora de conversa que você teve com o cara por quem foi apaixonada um dia. Essa ainda é a lógica dos sexos!

Então, amiga, deixa de procurar problema onde não tem. Tudo bem. Se o diálogo se prolongar com idas e vindas de perguntas e respostas, e o tom da conversa denunciar algo REAL (na dúvida do que é real, pergunte a um amigo hetero, ok?!), ou se o tratamento for num tom desrespeitoso com a sua pessoa, aí chega, pergunta e fala o que não gostou. E espera uma atitude do rapaz. Ponto. Mas faça isso de forma adulta. Não torne esse assunto uma ladainha diária e sem fim, porque chega uma hora que cansa. Faça-o sem estardalhaço e sem meias palavras (até porque eles não entendem essa tal de entrelinhas... e aí você não poderá cobrá-lo). Mas atenção! Fazer de forma adulta também exclui visitas a página da "amigona notionless". Porque aí, você vai procurar recados que ele tenha mandado para ela. E vai se irritar, se ele escreveu algo há 01 ano atrás (mesmo que vocês só namorem há 03 meses e, desde então, o rostinho do rapaz não apareça por lá). E vai ter uma crise de auto-estima se, no álbum dela, as fotos forem "vistosas", mesmo sabendo que a maioria das pessoas escolhe o seu momento glamour para estampar na Internet. Não adianta. O seu cérebro pára momentaneamente e você vai escarafuchar todo o cantinho da pessoa como uma louca, à procura de algo que denuncie que ela não é tão boa assim, ou que "ó, eu tenho razão, ele está me traindo/ela está dando em cima do que é meu".
Então, fica a pergunta: No final das contas, o que isso acrescentou na relação de vocês? De forma construtiva, quero dizer. Porque se ele é galinha, vai continuar sendo, independente das suas investigações sherlockianas. Aí, o jeito é mandar o rapaz voar, facinho, facinho, se você não estiver a fim de segurar a onda de viver com dúvidas, incertezas e inseguranças. Se ele não dá a devida importância se, algo ali, lhe faz mal, repense sobre o bem que o rapaz quer à sua pessoa ou o quanto ele se importa com a sua paz de espírito (lembre-se: fazer mal de verdade e não apenas um chilique de menina mimada!). Se não é nada disso, e tudo é agonia do seu juízo, no máximo, você vai se tornar uma pessoa chata e fazer com que ele perca a paciência e, mesmo gostando de você, desista de viver ao teu lado. Mas, vou te dizer uma coisa: se você não é uma ciumenta patológica, acredito que segurança se conquista na relação. Se aquelas pulgas - mesmo assim - vivem atrás da tua orelha, repense se é isso o que você quer de um relacionamento porque, definitivamente, nenhuma pessoa normalzinha tem tantas preocupações sem fundamento. Dê tempo a relação, para saber se o digníssimo se comporta de forma a lhe deixar segura e tranquila, independente da provocação ou da falta de bom senso alheia. Você vai ver que, se isso acontecer, no máximo, você vai dar um sorriso irônico quando alguém terminar um recado com um extenso "eu te ammmmmooooo". E a maioria cessará com o tempo, acredite. Mas se a insegurança persistir, coloque tudo na balança e analise se o rapaz está fazendo, realmente, a parte que lhe cabe, e se vale à pena perder o seu sono, a sua paciência e a sua paz, numa relação que não lhe permite relaxar. E se você vai querer viver assim, para o resto dos seus dias ao lado dele...

terça-feira, 25 de agosto de 2009

PARECE-ME REAL...

"É difícil ser feliz. É difícil deixar a felicidade entrar, ainda - e principalmente - quando ela chega e pronto, quando ela chega e é, quando ela chega e abre os braços, sem disfarce, sem regateio, sem senões, sem camuflagem. É difícil ser feliz. É difícil olhar para a felicidade de cabeça erguida, olhar nos olhos de frente e não desviar o olhar, porque a felicidade é quase acintosa, quase indecente, é quase um insulto, é quase um pecado. A felicidade nua e livre é quase pornográfica. A gente olha e pensa se será mesmo conosco, se o endereço não está errado, se amanhã ou depois não virá alguém explicar que foi um lamentável equívoco e, afinal, o destinatário era outro. É difícil acreditar no sonho, muito mais quando o sonho está virando vida e a vida vai se confundindo com tudo aquilo que a gente sempre quis, porque vida, segundo o que nos contaram, é aquela coisinha amarga e sofrida, medíocre e sem graça que a gente leva quase sem perceber, e é estranho quando ela aparece, vestida de festa, com asas e fogos e flores nas mãos. É difícil ser feliz. Porque a gente duvida, a gente desacredita, a gente quase dá contra. A respiração pára, a perna treme, as mãos suam e a gente de repente já não sabe mais se aquilo é mesmo aquilo, se não tá tudo errado, se não é hora de se esconder embaixo da cama. É difícil ser feliz e é tão mais difícil quanto mais já não se foi, quanto mais já se viu tudo se desfazer, arrefecer, desmantelar, esbudegar, derruir, escangalhar. E então a gente pensa se não deve dar meia volta e sair correndo, para não arriscar. Mas não é, não é não. É hora de ser feliz. Ou de tentar" (Ticcia).

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

SOY YO

SORUMBÁTICA E MACAMBÚZIA
BÚÚÚÚ!!!!!

MEMÓRIA


Há muito tempo atrás, numa terra distante...